Ensino
superior a distância no Brasil
No
período da década de 80, aconteceram, no Brasil, várias
iniciativas frustradas para a criação de uma Universidade Aberta a
Distância. A motivação ocorreu pela divulgação das experiências
da Universidade Aberta da Inglaterra, da Universidade Aberta da
Venezuela, da Universidade Aberta de Costa Rica e de outras
experiências bem sucedidas. Nesse período, a Universidade de
Brasília criou um centro para desenvolver cursos de extensão sob a
modalidade à distância, o que representou um grande avanço.
Estavam a frente dessa iniciativa o então pró-reitor de extensão
Valnei Garrafa, Maria Rosa de Magalhães e o reitor Cristovão
Buarque. Na época, eram usados o correio, encontros presenciais e
material impresso.
Na
década de 1990, a Universidade Federal da Bahia iniciou timidamente
algumas experiências de ensino a distância em várias de suas
Unidades de Ensino. Poucas resistiram até a presente data, embora
algumas tenham sido consideradas bem sucedidas, como a criação de
uma disciplina optativa sobre educação a distância na Faculdade de
Educação, uma iniciativa de Fernando Floriano e Katia Siqueira de
Freitas, e a oferta de cursos de especialização em alfabetização
para professores do interior do Estado da Bahia. Estes cursos foram
desenvolvidos e implementados por Fernando Floriano.

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